Pesquisa

Publicidade

  • Fatos e Fotos

Criando aplicações eficientes na Web 2.0 :: 07/11/2008


A nova onda da Web traz consigo um novo paradigma de criação de aplicativos web, extremamente simples e focados, com um cerne principal, quase um slogan: "O usuário final é o único que importa".

A nova onda da Web traz consigo um novo paradigma de criação de aplicativos web, extremamente simples e focados, com um cerne principal, quase um slogan: "O usuário final é o único que importa". E o usuário final quer propostas claras e focadas, sistemas simples e altamente funcionais. E vem dando certo. Para entender tudo isso, concentrando nosso no estudo usuário final, não é de se supreender tal evolução. Até bem pouco tempo atrás as aplicações focavam-se predominantemente em atrair usuários oferecendo a maior gama de serviços possíveis. Todos se lembram da época em que todos os grandes sites aos poucos vinham se tornando portais multifuncionais. Tínhamos portais de todos os setores oferecendo notícias, emails gratuitos, centros de entretenimento, discussão, compra e venda. Essa prática foi e ainda é amplamente utilizada, também porque sempre esteve ligada à associação desse tipo de serviço com a grandeza da organização, mas que, aos olhos do usuário final, gerava uma grande incômodo: quem oferece tudo, não oferece nada. Nasceram estão pequenos projetos, de equipe enxutas desenvolvendo aplicações com filosofica contrária, com uma proposta bem definida. O contato com os usuários nesses sites era constante, o aprendizado também. A regra era oferecer um serviço específico com qualidade. E então percebeu-se o óbvio: aplicações focadas são melhores no que fazem do que qualquer serviço de um portal. Mais uma vez: quem oferece tudo, não oferece nada. Já está passando o tempo em que as aplicações deveriam ser generalistas e aportar o maior número de funcionalidades para atrair mais usuários. Isso é um reflexo do fato dos usuários terem percebido que grandes portais não necessariamente prestam o melhor serviço em tudo que se propõem. Pelo contrário, usuários confundem-se para decifrar o real serviço prestado pela aplicação e a reconhecerá apenas por um deles. Portais que fazem de tudo perdem a força, serviços simples e com uma única proposta ganham adeptos. Um reflexo direto disso é a ascenção dos blogs em uma época em que o padrão era erguer um mega portal de informações. Predominantemente a Web 2.0 é formada por aplicações extremamente simples. Writely.com, Basecamphq.com, Google.com , Gmail.com, Youtube.com, Orkut.com ou Syxt.com.br . Todos com conceitos bem claros. Ninguém quer oferecer tudo. E nem deveria. Menos é mais A moda agora é colocar menos funcionalidades. "Menos é mais", dizem por aí. A explicação é simples. Quando se colocam muitas funcionalidades temos duas consequências negativas: dificuldade do usuário perceber a real proposta do site e dificuldade do desenvolvedor de manter o foco do serviço, a qualidade cai. Resultado: antinge-se não mais, mas menos público. Apresentação é tudo O usuário final deve conseguir perceber a proposta do site rapidamente. Esse é o primeiro passo. Sem isso, uma boa idéia passa desapercebida. Não entender a proposta é tão ruim quanto não gostar ou não precisar dela. Não preste atenção nos detalhes de sua aplicação, mas na proposta. Design é importante O design é parte impressindível na composição da aplicação. Deve ter altíssima usabilidade e, principalmente, deve ser desenhado antes da programação. O que importa é o que o usuário final vai ver. Autoria : http://www.phpbrasil.com/ por renato_shira


Publicidade

Quer um Site Assim?

Modelo de Site Com Noticas on-line